Postado por: Rubens Ennes quarta-feira, junho 14




Você conhece a expressão “Fulano não é capaz de matar nem uma mosca.”? Esta é a frase que geralmente usamos para definir o perfil manso e tranquilo de uma determinada pessoa. O que não levamos em conta é que pode existir dentro de cada um de nós, pelo menos, o potencial para cometermos as piores atrocidades que o ser humano já foi capaz de realizar. Pode parecer um exagero, afinal, que motivo teria você, uma pessoa de bem, para cometer um homicídio, por exemplo?

Consideremos o fato que ninguém muda ou se transforma em um “monstro” da noite para o dia, o “monstro” de hoje  não foi sempre assim e tampouco, nasceu assim. Não é somente o nosso corpo que muda com o tempo, mas também aquilo que somos. O que muitos ainda não perceberam, é que para o bem ou para o mal, um lento processo está em andamento dentro de nós. 

Possuímos uma natureza pecaminosa que produz pensamentos, sentimentos e vontades que nos habilitam a praticar os mais variados tipos de maldades. O caminho para nossa redenção começa com admissão dessa impiedade natural. 
“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum...” (Rm 7.18).
A boa notícia é que também podemos nos tornar pessoas melhores e capazes de coisas muito maiores do que acreditamos. Mas infelizmente, não são poucas as pessoas que tem permitido que acontecimentos excepcionais de suas vidas sejam suficientes para moldarem negativamente suas reações e aspirações. 

Os fatores determinantes neste processo de mudança estão nos sentimentos que guardamos, pensamentos que nutrimos e vontades que preservamos, todos estes nos condenarão ao fracasso, quando contrários ao querer de Deus. Em nome da nossa salvação, devemos estar sempre atentos a qualquer sinal de franqueza espiritual. Se formos prudentes, iremos perceber dentro de nós e ao nosso redor o que é nocivo a nossa fé e pela preservação do nosso Bem Maior, poderemos evitar. 

Tenho observado que ao longo dos anos, muitos que um dia tiveram uma conduta exemplar, manifestando o fruto do Espírito no caráter como legítimos filhos de Deus; hoje são achados em estado vergonhoso e decadente. Os enfermos na fé de hoje são os descuidados de ontem, gente que foi vencida pela falta de vigilância e que com o tempo, deixaram o temor e a santidade se perder e a intimidade com Deus se extinguir. 






*REPOST: Texto publicado originalmente em 10/04/2013.









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