Postado por: Rubens Ennes quinta-feira, janeiro 12


Quando éramos crianças, tudo era menos complicado porque bastava a palavra de nossos pais para que nossas dúvidas e preocupações fossem completamente dissolvidas. Se a mãe dizia que tudo iria ficar bem, então, ficávamos tranquilos na certeza de que tudo ficaria bem. Se o pai dissesse para não ter medo porque ele estava ali, na mesma hora nos aquietávamos com a convicção de que agora estávamos protegidos e que nenhum mal nos aconteceria. Hoje, a Palavra que procede da boca de Deus parece não ser suficiente para muitos de nós.

Nascemos inocentes e à medida que vamos amadurecendo surge diante de nós, um leque de infinitas opções que nos obriga a fazer diversas escolhas diariamente, que em sua maioria, influenciam diretamente o nosso futuro. Em meio a um universo de possibilidades, surge a dúvida, o elemento determinante para o rumo infeliz que a humanidade tomou.

Sempre que precisamos fazer escolhas, damos preferência ao que entendemos ser a melhor alternativa para nós naquele momento. Não passa pela nossa cabeça a possibilidade de estarmos abraçando o mal, ao contrário, acreditamos estar optando pelo bem. O problema é que tanto o bem quanto o mal raramente estão vestidos do que realmente são. 

Como não somos oniscientes, temos a tendência de escolher o que é mal porque aquilo que vemos, ouvimos e sentimos tem um peso enorme em nossas decisões. Um exemplo clássico desta realidade tão comum a nossa natureza terrena é visto nas tantas pessoas que arruinaram suas vidas em nome do amor, quando na verdade, estavam sendo movidas pelo perigoso sentimento da paixão.

"Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte." (Pv 14.12)

No jardim do Éden a história era outra, o homem fazia o bem naturalmente, sem ao menos conhecer o que era o bem. Na sua inocência estava a sua garantia de felicidade e não haveria chance de fazer uma escolha ruim ou de fazer o que era mal enquanto só considerasse ter uma única opção: obedecer a Deus. Ao ordenar que não se comesse do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, Deus estava protegendo a criatura de fazer mal assim mesma. 

Ao contrário do que alguns acreditam, a felicidade não está atrelada a liberdade de fazermos o que quisermos da forma e na hora que tivermos vontade de fazer. A própria vida infeliz dos defensores dessa ideia acaba depondo contra a mesma, pois, não há como fugir o tempo inteiro das consequências de nossos atos. Precisamos usar nossa liberdade de escolha com responsabilidade e para o nosso próprio bem, não podemos nos dar o direito de ter uma outra opção, quando a palavra de Deus já nos mostrou a direção que devemos seguir. Se tem alguém que pode nos guiar às escolhas certas é Aquele que conhece o princípio e o fim de todas as coisas.








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