Postado por: Rubens Ennes sábado, julho 30



Imagine alguém endividado que sobrevive com um salário mínimo e ainda mora de aluguel, escrevendo um livro sobre como se tornar rico e bem sucedido. Como levá-lo a sério? Quem compraria esse livro? O perfil de quem escreve é tão importante quanto o próprio conteúdo do livro.

Poucos podem ensinar com tanta competência o caminho das grandes conquistas como Josué, um dos maiores conquistadores que este mundo já conheceu. Durante o período em que esteve à frente de Israel, trinta e um reis foram derrotados (12.7-24), as águas do Jordão se abriram (3.16), muralhas foram derrubadas (6.20), Sol e a Lua pararam, e até chuva de pedras caíram para exterminar seus inimigos (10.11).  

As razões para o seu sucesso não eram segredo para ninguém e nada tinham haver com sua força física ou intelectual. O seu currículo respeitável tinha como base o seu relacionamento puro e profundo com Deus. 

Pouco antes de morrer, o filho de Num convocou todo o Israel, descreveu a receita de suas conquistas e exigiu que seu povo assumisse uma posição. Tendo convivido de perto com aquela gente durante anos, ele sabia que mesmo após terem vivenciado tantos milagres portentosos, muitos ainda dependiam da fé e liderança dele, e perderiam totalmente o rumo quando viesse a faltar. Algo que tem se repetido em nossos dias, pois, muitos ainda dependem da ajuda de um limitado pecador que têm que orar, motivar, pensar e até tomar decisões por elas. Esquecem que a salvação não pode ser terceirizada.

 “Agora, pois, temei ao SENHOR e servi-o com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao SENHOR. Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.” (Js 24.14-15)

 “Temer”, “servir” e “deitar fora” formavam o tripé das conquistas de Josué.  

1. Temer a Deus se resume em aborrecer o mal (Pv 8.13), e o que o diabo mais detesta? Que vivamos para agradar a Deus com atitudes pautadas em Sua vontade, não importando o lugar e a circunstância. Quando não existe esta intenção, também não existe temor.

2. Servir a Deus vai muito além de prestar serviços voluntários na igreja. Servos eram escravos que viviam em função de seus donos. Servir a Deus é sacrificar nossa vontade e liberdade como o fim de fazer do Altíssimo o dono (Senhor) de nossa vida.  Josué fala para servirmos a Deus com “integridade e com fidelidade”, ou seja, dedicação por inteiro!

3. Deitar fora significava abandonar, jogar fora os ”deuses aos quais serviram vossos pais”.  A palavra “deus” significa: um que é adorado; seu plural é “deuses”, que podemos subentender como vários que são adorados, não importando se é um objeto, uma prática ou uma pessoa. Devemos jogar fora tudo que aquilo que não agrada a Deus, mesmo que seja algo que a nossa carne adore muito, antes, que joguemos no lixo o plano de Deus para nossa vida que é a salvação de nossa alma.

Os tempos são outros, mas o desafio continua o mesmo: “se vos parece mal servir ao SENHOR, escolhei, hoje, a quem sirvais.”. É hora de decidir a quem você irá constituir como dono de sua vida.












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