Postado por: Rubens Ennes segunda-feira, janeiro 4



No exército, todos os soldados de um pelotão recebem o mesmo treinamento, a mesma preparação. No entanto, apesar de possuírem os mesmos recursos à disposição, nem todos conseguirão tomar a decisão certa ou reagir da maneira necessária em meio a tensão do campo de batalha. Por isto, é comum alguns afirmarem que somente uma guerra seria capaz de revelar quem são os heróis e quem são os covardes.

Acho que estou um pouco familiarizado com esta realidade militar, pois, o que acontece lá não é muito diferente do que temos visto dentro das igrejas ao longo dos anos. Entenda: na igreja, todos ouvem a mesma pregação, além de terem diante de si a vontade de Deus revelada que é a Bíblia Sagrada; todos podem receber o mesmo ensinamento e também de igual modo, têm a oportunidade de receber o mesmo Espírito, o Espírito Santo. Mas, não tem jeito! Chega uma hora, que a gritante diferença que existe entre os nascidos de mulher (carne) e os nascidos do Espírito fica explícita diante de todos.

"O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece;"(Jó 14.1-2)

Obviamente, todos nós, seres humanos nascemos de mulher, este não é o problema. Caso frequente a igreja há algum tempo, você já deve ter percebido que existe uma rotatividade muito grande de pessoas dentro dela. Pessoas que saem, voltam e saem de novo... E porque isto acontece? 

O problema é que muitos ainda estão na mesma condição em que vieram ao mundo, poucos são os que realmente nasceram do Espírito. Os que ainda estão na condição de nascidos da carne, não conseguem permanecer firmes diante das tentações ou provações que surgem. A princípio, até conseguem resistir um pouco, mas com o tempo acabam murchando. Não suportam a pressão, porque não possuem estrutura espiritual para isso.

Existem também, aqueles que iludidos com o mundo, saem da presença de Deus, achando que haverá tempo para retornar. Quem dera que dê tempo de voltarem! Mas não é isto que temos visto. Há pouco tempo atrás, era comum encontrarmos vídeos de alerta para a nossa salvação, noticiando a forma trágica em que morreram alguns ex-pastores, ex-obreiros ou ex-membros da igreja. Na época, algumas pessoas até nos criticaram, acusando os pastores de praticarem terrorismo psicológico para não perderem fiéis. Mas, independente do que pensam os religiosos frustrados de plantão, não podemos nos esquecer que o trágico não é a forma brutal com que se perde a vida, pois morrer, todos nós iremos. O trágico mesmo é morrer sem a salvação.

Particularmente, ainda não conheci ninguém que tenha voltado "bem" para a presença de Deus, pelo contrário... Ainda que uma pessoa consiga voltar a tempo de livrar sua alma do tormento eterno, o prejuízo terreno poderá ser muito grande. Com certeza, não vale à pena pagar pra ver! Pelo futuro de nossa alma, precisamos avaliar constantemente o nosso estado espiritual. Se você percebe que ainda não nasceu de Deus, trate de buscar isto com todas as suas forças, porque se permanecer nesta condição, você é forte candidato a ser mais um a desertar do exercito celestial.














Comentários
1 Comentários

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  1. >>O trágico não é forma brutal com que perdem a vida, pois morrer, todos nós iremos.
    >>O trágico mesmo é morrer sem a salvação.<< ....muito forte pr rubens.....com certeza morrer sem salvação deve ser muito ruim...não importa de que forma morreremos ,mas após a morte, a onde estaremos...

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