Postado por: Maysa Machado sábado, fevereiro 1



Quando eu conheci Jesus e resolvi segui-lo, estava claro que pra continuar caminhando lado a lado com Ele eu teria que mudar meu comportamento, minhas escolhas diárias, dizer ‘não’ ao pecado, agradar a Deus e me limpar. Essa foi a maior oportunidade de mudança que tive. Isso me faria bem e eu estava disposta ao sacrifício. Queria Deus definitivamente. Mas logo que comecei esse processo de mudança, ao invés de me ajudar agradar a Deus, comecei, sem perceber, a ajudar o diabo a me destruir. Quando uma pessoa começa a sua “metamorfose da fé” precisa saber que há um processo a ser respeitado. Vou explicar melhor. 

 No primeiro ano de convertida, abri mão de tudo o que me lembrava da vida velha, mas uma coisa ainda estava lá: O acusador.  Sempre que eu cometia um erro, como me aborrecer, ter um mau pensamento, ser imprudente no falar ou qualquer falha, a primeira voz que eu ouvia e obedecia era a do diabo. A voz dizia:
→ Viu só? Você não mudou coisa nenhuma.
→ Não era você que tinha mudado?
→ Não tem jeito. Ninguém muda de verdade. Uma hora ou outra quem  você é vai vir à tona.
→ Você acabou de você fazer tal coisa e agora está aí, orando como se Deus fosse ouvir. Sua hipócrita.

E eu aceitava isso. Era como se eu dissesse: “Tá ligado, diabo! É isso aí, você tem toda razão!” Eu, na prática ficava de conversinha com o mau e esquecia a orientação de Deus. Ora, Jesus faria o sacrifício de vir ao mundo como homem, seria humilhado e assassinado cruelmente, ressuscitaria para nos salvar, e diante dos nossos erros começaria a nos julgar? Claro que não! Ele mesmo disse que veio pra salvar, não pra fazer julgamento esfregando o pecado em nossa face. Mas eu acreditava que as acusações que eu ouvia eram de Deus me tendo como impura e não merecedora de perdão.

“A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma.” - Provérbios 18:7
Dentro de mim eu concordava com o diabo e ficava oprimida. Eu mesma confessava o meu fim e assim, sentia-me suja, hipócrita, envergonhada diante de Deus e todos os dias eu repetia pra quem quisesse ouvir: “Eu não sou liberta. Alegro-me num momento e quando erro, fico profundamente arrasada. Não sou de Deus.”- Veja que nem eu acreditava na minha mudança e libertação.




Isso só teve fim quando um homem de Deus me falou sobre as acusações diárias do diabo, como ele trabalha pra impedir nossa comunhão sincera com o Senhor Jesus e sobre o poder das palavras e das nossas decisões.

Se por acaso você está passando por uma situação semelhante a essa, saiba que Jesus não se sacrificou pra ser um cara marcante, ou pra ganhar curtidas em sua fan page espiritual. Foi pra quem fôssemos salvos ao crer Nele e para retirar de nós a condenação. Claro, você não deve relaxar com o pecado; sempre se esforce ao máximo para abandonar o erro. E com o arrependimento sincero vai alcançar o perdão. O primeiro a jogar a seu favor tem que ser você. Repreenda essa voz maligna e derrote os pensamentos negativos que pensam que podem defini-lo. Seja o primeiro a crer na sua mudança.

“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.”- Provérbios 18:21
Se você recebe uma palavra de vida, saiba que sempre virá em seguida uma de morte, através de alguém, de um pensamento ou de uma censura alheia à sua fé, mas continue dando crédito a voz que traz vida. Discorde do diabo. Se você decidiu ser de Deus, Ele é com você.

Maysa Machado




Comentários
2 Comentários

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  1. Espero que sirva pra abençoar muitas vidas que passam pelo mesmo problema.

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  2. Amei saber sobre isso, estou passando por essa fase, vou ouvir e colocar na minha vida.

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