Postado por: Rubens Ennes domingo, outubro 27





Se você estiver brincando com seu cachorro e acontecer deste acabar lhe machucando, você vai bater no animal por causa disto? Claro que não! Sendo você uma pessoa equilibrada, você sabe que ele não fez de propósito. Agora, se alguém tentar colocar o pé para você tropeçar e cair, ainda que não consiga, só desta pessoa tentar fazer tal coisa, será o suficiente para tirar você do sério. Você não ficou indignado com um animal, mas ficou com uma pessoa e por quê? Porque ela fez consciente, pois sabia exatamente o que estava fazendo. Os animais tem a justificativa de não terem noção das coisas, já o ser humano quando age está consciente do certo e do errado.

 “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.” (Mt 7.6)  

Porcos e cães pertencem a mesma classe, a de animais irracionais; eles não raciocinam, mas agem por instinto. E segundo Provérbios 6.32, o homem que trai sua esposa faz o mesmo. O versículo afirma que tal homem só pode estar fora de si,  afinal, ele está arruinando a si mesmo. Não, aqueles que comentem adultério não estão fora de si! Mas, estão agindo como se estivessem.

Quando uma traição acontece, geralmente ela é motivada por paixão (sentimento) ou por desejo (atração). São coisas que se alimentadas, são capazes de bloquear o raciocínio de uma pessoa. Por isso, muitos são capazes de se submeterem a uma série de humilhações e de enfrentarem o que e quem for preciso somente para “possuir” aquela outra pessoa. Se este indivíduo usasse um pouquinho de sua cabeça, certamente, não iria fazer as tantas besteiras que lhe custarão muito caro, pois, só trarão sofrimentos e arrependimentos.

Como não se lembrar daquele rapaz que iludido com o mundo, pediu o adiantamento de sua parte na herança e saiu de casa para curtir a vida? Certamente, ele não pensou que junto ao seu pai estaria seguro, teria sustento, um lar, e a melhor parte, um pai que iria lhe preparar para enfrentar os desafios da vida. Pobre jovem, achou que aquilo que ainda não tinha, fosse melhor do que aquilo que já possuía... E assim como muitos, só caiu em si da besteira que fez, quando no fundo do poço, nem o alimento de um porco lhe era permitido comer. A que ponto ele chegou!

Mas, quem o colocou naquela situação? Era vingança do desprezado pai? Ou era mais uma armadilha do raivoso diabo? A resposta é não! Ele mesmo é que havia se colocado naquela situação, no mesmo nível de porcos por não pensar bem antes de tomar uma decisão. (Lc 15.16)

A cada dia, podemos escolher entre fazer o que temos vontade e o que precisa feito. Acontece que nem sempre a nossa vontade é fazer o que é certo. O diabo quer que você haja por instinto e não use o presente maravilhoso que Deus te deu que é seu cérebro, sua razão. Não apenas na hora das tentações, mas diante de toda e qualquer situação.

Apesar de o homem ter sido valorizado por Deus que o colocou sobre as demais criaturas, o próprio homem se rebaixa ao nível dos porcos e demais animais quando age por impulso e claro, irá sofrer as amargas consequências desta escolha. (2 Pedro 2.20-22)


Pr. Rubens Ennes








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