Postado por: Rubens Ennes quinta-feira, dezembro 6





Quando uma pessoa está consciente que determinado hábito está lhe prejudicando física ou espiritualmente, ela decide mudar cortando este mal pela raiz. Mas, o que fazer quando a pessoa não consegue ser diferente e apesar de ter prometido para Deus e para si mesma que iria mudar, volta fazer o que não queria? 

Meditando nos textos abaixo, é fácil perceber onde está o início da queda espiritual de muita gente e o porquê se tornaram escravas de suas vontades e desejos.

Eva - “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável...” (Gn 3.6)

Acã - “Quando vi entre os despojos (...) cobicei-os e tomei-os...” (Js 7.21)

Davi -“Davi viu uma mulher tomando banho...” (2 Sm 11.2)

Tudo começa pelos olhos, enquanto mantivermos os nossos olhos fixos no Senhor Jesus, iremos viver acima de toda e qualquer circunstância.  Ao não conseguir desviar o olhar daquilo que o mundo apresenta, acaba nascendo dentro da pessoa um forte desejo de possuir ou fazer aquilo que lhe foi proposto.

Em Gênesis 4.7, o próprio Deus alerta a Caim (e a todos nós) que o pecado está à porta esperando que a pessoa vá e a abra, para que ele (pecado) e suas consequências possam enfim, entrarem em nossa vida.  

Infelizmente, muitas pessoas sem perceberem, há muito tempo se encontram presas em um verdadeiro círculo maldito. E a sequência geralmente é esta:

1. A pessoa olha para onde não devia.
2. Cobiça e alimenta aquele mau pensamento.
3. Como ela já está “grávida” desta ideia maligna, basta surgir uma oportunidade.
4. O diabo trata de preparar a tal oportunidade e a pessoa cai como “patinho”.
5. Por fim, mais uma vez a pessoa se encontra caída e escrava do espírito do pecado.




“Quando eu vejo, eu já fiz tudo errado de novo.” – Se este é o seu caso, uma iniciativa pessoal de Jó pode lhe ajudar. Eis a receita:


"Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela? Que porção, pois, teria eu do Deus lá de cima e que herança, do Todo-Poderoso desde as alturas? Acaso, não é a perdição para o iníquo, e o infortúnio, para os que praticam a maldade? Ou não vê Deus os meus caminhos e não conta todos os meus passos?"  (Jó 31.1-4)


A fé inteligente fez com que   fechasse os seus olhos naturais e usasse o raciocínio antes de tomar qualquer decisão. Ao afirmar que havia feito uma aliança com seus próprios olhos, Jó deixa claro que estava consciente sobre a sua natureza carnal, mas também que estava disposto a tudo para agradar a Deus. 

Não havia nenhuma lei ou mandamento que determinasse que fosse necessário realizar uma “aliança de olhos”, mas por iniciativa própria ele decidiu fazer a tal aliança cujo objetivo era defender o que lhe era mais precioso, a presença de Deus em sua vida.

Esta é a realidade: nossos desejos são também os nossos principais inimigos, mas é dever de cada pessoa e de mais ninguém, enfrentá-los, dominá-los e vencê-los!

Deus abençoe.




















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