Postado por: Rubens Ennes domingo, julho 1


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De "Oi" para cama em...
Foi amor à primeira vista, se é que isso existe.

Quando Jacó pôs os olhos em Raquel, ele sabia que era com ela que queria casar. Mas naqueles dias, o homem tinha que pagar um dote aos pais da moça para ter o direito de se casar com ela. E dependendo de quem ela era, e a posição de sua família, o dote poderia ser bem caro.
Jacó não tinha dinheiro. Então o pai de Raquel, Labão, propôs que Jacó trabalhasse por 7 anos para pagar o dote de Raquel. E assim fez Jacó. Mas o coitado foi enganado pelo sogro. No dia do casamento, acabou levando Lia, a irmã mais velha de Raquel. O sogro, muito esperto, explicou: “A filha mais nova não pode se casar antes da mais velha. Se quiser se casar com Raquel, agora terá de trabalhar mais sete anos.”
Foram 14 anos de serviço, ao todo, para Jacó ter o direito de casar com Raquel.
Agora vamos fazer um fast-forward para 2012.
O rapaz bate o olho na moça e decide que quer “ficar” com ela. Ela percebe o interesse do rapaz, se sente lisonjeada, e logo dá a luz verde. Conversa rápida, telefones trocados, encontro marcado. O pegador sabe exatamente o que ela quer ouvir. Ela finge que acredita. Logo, em algum lugar, numa cama mais próxima (não estritamente necessária), rola o sexo.
Tempo total, de “oi” para a cama: 7 dias (quando não são 7 horas ou menos).
Agora você entende por que as pessoas têm sido infelizes no relacionamento. Casamento para muitos é dispensável. Para outros, opcional. E para os que ainda se casam, já não é levado tão a sério assim.

A questão está ligada à uma lei básica do ser humano: quanto mais fácil a coisa, menos valor ela tem; quanto mais difícil, mais valor.
Tenho que culpar as mulheres aqui, infelizmente. Não fique brava comigo, apenas considere.
Antigamente as mulheres se guardavam mais. O cara tinha que gemer para levá-la para a cama. As mais virtuosas só se despiam para eles na noite de núpcias. Elas faziam o cara trabalhar por elas. É de se espantar que os casamentos duravam mais?
E depois de tanta luta, tanto esforço para conquistá-la, o sujeito pensava mil vezes antes de fazer besteira. Duvido que Jacó pensou em divorciar de Raquel. Depois de 14 anos que lutou por ela? Não creio. E se você conhece a história, sabe que não faltaram problemas entre eles. Mas aí é que está: quando a mulher se valoriza, o homem a valoriza também. Daí, quando os problemas vêm, o casal não pensa logo em se separar, porque sabem que tem muito a perder.
Por isso, quero deixar meu manifesto aqui às solteiras—solitárias, namorando, ficando, ou seja lá qual for a sua situação:
Não seja fácil. Não caia na besteira de pensar que ir para a cama com um homem vai segurá-lo.
Qualquer macho pode lhe levar para a cama. Mas é preciso um homem para lhe amar a ponto de casar com você, lhe assumir, e lhe escolher acima de todas as outras mulheres para ser fiel apenas a você.
Difícil encontrar este homem?
Pois é. As mulheres não estão ajudando.






Comentários
1 Comentários

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  1. muito forte mesmo, de tanto nos as mulhes não nos valorizar mos , os homems tambem não o fazem , por isso muitas de nos se tornam esposas infelizes e mão amadas , é hora de revertemos a situação e nos tornar-mos mulheres virtuosas.

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