Postado por: Rubens Ennes terça-feira, janeiro 24



Você já comprou algum produto que mais tarde

(talvez, no mesmo dia) lhe bateu um arrependimento pela compra que fez?

Quando acontece isso, há um desapontamento com sigo mesmo, não é ?!

Este arrependimento vem quando enfim, a pessoa resolve usar a razão e questiona se era mesmo necessário realizar tal compra. A pessoa chega a conclusão que não precisava daquilo, que não era uma necessidade ou que não era a hora para isso, pois existem outras prioridades.

Acontece que, diante do brilho do produto ou da esperteza de um vendedor, as pessoas se deixam convencer de que precisam daquilo.


O profissional vendedor sabe bem como sugerir e convencer. Conhece o produto que está vendendo e conhece ainda mais quem é o cliente. Especialmente, suas necessidades e seus gostos. Dizem que "bom" vendedor é aquele que vende geladeira até para esquimó.


Evidente que não se pode depositar qualquer culpa no vendedor, ele foi contratado e é pago para isso. Ele não pode lhe impor ou forçá-lo a  uma decisão. 

Apenas sugere...

Espiritualmente isso também acontece e é ainda mais fácil compreender.

O nosso direito de escolha é garantido por Deus e obrigatoriamente, respeitado pelo diabo. Nada nos é imposto, tudo é apenas sugerido.

O vendedor infernal conhece muito bem você e sabe  também sugerir.

Em suas sugestões, sempre vai oferecer algo que possa fazer você "balançar".
Sabe que não possui autoridade para lhe forçar a nada, 
mas irá propor, sugerir, oferecer...

Tome cuidado, ele sabe convencer como ninguém.

Suas propostas induzem a pessoa a agir no impulso, se possível, sem deixá-lo medir as consequências.


No calor do momento, a inteligência costuma ser deixada de lado e as decisões, nestas circunstâncias, serão sempre equivocadas e trarão inúmeros arrependimentos. A sabedoria popular já dizia: "quando a cabeça não pensa, o corpo padece".

Um dica simples mas muito eficaz, tanto na hora de uma compra quanto no momento de uma decisão (ou tentação); Pergunte a si mesmo: 


- Eu realmente preciso disso?

- O que eu tenho a ganhar?
- Vale mesmo à pena?
- Porque isso é tão importante para mim?

No caso de uma compra indesejada, a pessoa gasta (o que não poderia) na aquisição de uma bolsa ou roupa de grife, mas no fim de semana quando desejaria jantar em um bom restaurante ou fazer uma viajem, está condenada a ficar em casa. Mas isso irá passar, nada que não possa ser resolvido.


Para tudo na vida tem jeito, mas existe algo que é impossível até para Deus.

Hoje, ainda há tempo para o arrependimento sincero, mas amanhã talvez já não exista mais. O grande problema é sim, estar condenado ETERNAMENTE ao lago de fogo e enxofre.

Pr. Rubens Ennes







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