Postado por: Rubens Lucas quarta-feira, junho 1


No interior de São Paulo havia um próspero fazendeiro, cuja fazenda era um verdadeiro cartão postal. O pomar produzia frutas de qualidade e em quantidade; suas cabeças de gado eram de raça selecionada; a casa era impecável e de muito bom gosto. Não havia quem não elogiasse a Fazenda Esperança do Sr. Fabrício.

Mesmo com toda essa fartura e beleza, Sr. Fabrício sentia-se triste. Seu único filho não parecia se interessar nenhum pouco pelos negócios da fazenda. Na verdade, o que ele gostava mesmo era de esbanjar o dinheiro do pai com festas e badernas.
O Sr. Fabrício porém,  amava demais o seu filho e incansavelmente o aconselhava a mudar de vida, ao que o jovem fazia “ouvidos de mercador” , ou seja, não dava a mínima importância.

Um dia o velho pai já avançado em anos pediu a seus empregados que construíssem um pequeno celeiro e dentro dele uma forca. Junto à forca ele colocou uma placa com os seguintes dizeres: “Pra você nunca mais desprezar as palavras de seu pai.

Mais tarde ele chamou o filho e o levou ao celeiro.
- “Meu filho, já estou velho e quando eu partir você tomará conta de tudo que é meu. Com a vida que leva hoje certamente deixará a fazenda nas mãos dos empregados e gastará todo o dinheiro com seus amigos. Venderá os animais e os bens para se sustentar e quando o dinheiro acabar ficará só, aí então você se arrependerá amargamente por não ter me dado ouvidos. É por isso que construí esta forca, ela é pra você. Quero que me prometa que se acontecer conforme lhe disse, você se enforcará nela.” Disse Sr. Fabrício.

O tempo passou e o pai morreu. Como havia previsto, o jovem vendeu os bens, gastou tudo, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, lembrou-se das palavras do pai.
-“Ah meu pai! Se eu tivesse ouvido os conselhos dele... Agora é tarde demais.” Arrependeu-se o rapaz.

Por entre as lágrimas, o jovem avistou ao longe o pequeno celeiro e lembrou do último conselho de seu pai. Dirigiu-se lentamente até lá e com o coração dilacerado de remorso, subiu os degraus e colocou a corda no pescoço.
-“Ah! Se eu tivesse uma nova chance...” Com isso, pulou do degrau e sentiu por um instante a corda apertar sua garganta; o braço da forca, entretanto, era oco e se partiu ao meio, despejando sobre o rapaz muitas jóias e pedras preciosas como também um bilhete com os seguintes dizeres: “Esta é sua nova chance. Eu te amo muito. Seu pai.”

"Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço" 
(Provérbios 1:8-9)


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