Abraão e o sacrifício que é obedecer


Abraão enfrentou uma das maiores provas de obediência descritas na Bíblia: Deus pediu para ele sacrificar seu filho, Isaque. É difícil imaginar a dor que este pedido lhe causou, porém, Abraão obedeceu rapidamente sem titubear. Sua atitude deixa lições importantes de como devemos servir a Deus.

A obediência, muitas das vezes é contraria a lógica. Deus havia prometido uma descendência incontável a Abraão, porém, pede o maior sonho daquele homem, o filho da promessa. No entanto, Abraão confiou que Deus cumpriria Sua palavra, e se dispôs a obedecer. “Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar; E daí também em figura ele o recobrou” (Hb 11.18-19).

A obediência total implica em deixar as consequências com Deus. Abraão não sabia como se cumpriria a promessa se Isaque estivesse morto. Mas, suas palavras e atitudes indicavam que ele acreditava na Soberania Divina. Quando Abraão levou o jovem para o Monte Moriá, ele disse aos seus servos: “Ficai vos aqui com o jumento, eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós” (Gn 22.5). Ele não disse: “eu estarei de volta”, senão, que ambos retornariam. É com essa certeza que Abraão saiu determinado a obedecer. Ele esperava, que de alguma maneira, Deus preservaria a Isaque ou ressuscitaria se fosse necessário, para cumprir Sua promessa. Abraão sabia que Deus sempre cumpria o que prometia. Deus proveu para Abraão um carneiro para ser sacrificado no lugar daquele jovem.


O Senhor  já sabe como os seus servos vão reagir quando vierem as provas de obediência, porém, Ele sempre prova, porque Ele quer que saibamos até que ponto vamos nos submeter a Ele. A disposição de uma pessoa para obedecer (ou desobedecer) revela o estado de sua obediência. Aquele velho escutou a voz de Deus, levantou um altar e estava prestes a sacrificar o que mais amava na vida, seu filho amado. E você, seria capaz de obedecer com ele obedeceu para conquistar as promessas de Deus como ele conquistou?


Pense nisso e que Deus o abençoe.












segunda-feira, junho 26
Postado por: Jose Ferro

A Obediência de Abraão


O Antigo Testamento contém a história de vida de Abraão. Embora o patriarca tivesse uma relação especial com Deus, não era um homem perfeito, mas com o passar dos anos ele veio a entender o quão importante era obedecer, e os problemas que a falta desta obediência podem trazer.

Abraão aprendeu que manipular as circunstâncias para ter o resultado desejado pode trazer sérios problemas. Deus havia prometido um filho a ele e a Sara, e o casal permaneceu esperando por essa benção ainda que ambos fossem de certa idade. Sara já tinha mais de 80 anos e sugeriu a Abraão que tivesse seu herdeiro de sua serva Agar. O resultado foi desastroso, pois, começou a surgir ciúmes, discórdia familiar e uma inimizade feroz que persiste até os dias de hoje entre os descendentes de Ismael, filho de Agar e os de Isaque, o filho de Sara.

A obediência sempre nos dará o melhor de Deus, porém, é importante saber como esperar nEle. Abraão já era velho quando Deus prometeu uma descendência numerosa como as estrelas do céu (Gn 15:5). Mas, isso não havia de cumprir-se até que chegasse aos 100 anos, e Sara seria incapaz de conceber, o que significaria que toda glória do nascimento milagroso de Isaque pertencia a Deus. Adiantar-se e sair dos planos de Deus teve consequências terríveis a longo prazo, porém, a boa notícia é que os erros do casal não impediram a Deus de realizar a Sua obra. Deus nos deu Sua Palavra para que aprendamos a viver confiantes e seguros.

A lição de vida deixada por Abraão é a obediência na Palavra de Deus e isso é essencial. Quando depositamos nossa confiança em Deus e esperamos o tempo certo, Ele sempre nos mostrará a Sua fidelidade.


Pense nisso e que Deus nos abençoe.















segunda-feira, junho 19
Postado por: Jose Ferro

Mudanças na Vida




Você conhece a expressão “Fulano não é capaz de matar nem uma mosca.”? Esta é a frase que geralmente usamos para definir o perfil manso e tranquilo de uma determinada pessoa. O que não levamos em conta é que pode existir dentro de cada um de nós, pelo menos, o potencial para cometermos as piores atrocidades que o ser humano já foi capaz de realizar. Pode parecer um exagero, afinal, que motivo teria você, uma pessoa de bem, para cometer um homicídio, por exemplo?

Consideremos o fato que ninguém muda ou se transforma em um “monstro” da noite para o dia, o “monstro” de hoje  não foi sempre assim e tampouco, nasceu assim. Não é somente o nosso corpo que muda com o tempo, mas também aquilo que somos. O que muitos ainda não perceberam, é que para o bem ou para o mal, um lento processo está em andamento dentro de nós. 

Possuímos uma natureza pecaminosa que produz pensamentos, sentimentos e vontades que nos habilitam a praticar os mais variados tipos de maldades. O caminho para nossa redenção começa com admissão dessa impiedade natural. 
“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum...” (Rm 7.18).
A boa notícia é que também podemos nos tornar pessoas melhores e capazes de coisas muito maiores do que acreditamos. Mas infelizmente, não são poucas as pessoas que tem permitido que acontecimentos excepcionais de suas vidas sejam suficientes para moldarem negativamente suas reações e aspirações. 

Os fatores determinantes neste processo de mudança estão nos sentimentos que guardamos, pensamentos que nutrimos e vontades que preservamos, todos estes nos condenarão ao fracasso, quando contrários ao querer de Deus. Em nome da nossa salvação, devemos estar sempre atentos a qualquer sinal de franqueza espiritual. Se formos prudentes, iremos perceber dentro de nós e ao nosso redor o que é nocivo a nossa fé e pela preservação do nosso Bem Maior, poderemos evitar. 

Tenho observado que ao longo dos anos, muitos que um dia tiveram uma conduta exemplar, manifestando o fruto do Espírito no caráter como legítimos filhos de Deus; hoje são achados em estado vergonhoso e decadente. Os enfermos na fé de hoje são os descuidados de ontem, gente que foi vencida pela falta de vigilância e que com o tempo, deixaram o temor e a santidade se perder e a intimidade com Deus se extinguir. 






*REPOST: Texto publicado originalmente em 10/04/2013.









quarta-feira, junho 14
Postado por: Rubens Ennes

Aproveitando bem o tempo

Remindo o tempo; porquanto os dias são maus.” (Efésios 5:16).
 Devemos sempre lembrar que o tempo é um dom precioso de Deus que Ele nos deu para ser usado, e bem usado. Em outras palavras: Ele nos deu o tempo para transformar minutos, horas e dias em recompensas  eternas. Se não fazemos isso e gastamos o nosso  precioso tempo, estamos desprezando uma grande dádiva de Deus. Devemos estar conscientes de que o tempo que perdemos não se recupera mais.

Cada minuto que passa se vai para sempre; e não regressa nem na eternidade. Por meio do tempo que nos foi dado, temos a oportunidade de trabalhar na  obra de Deus. Porque todos os filhos de Deus são seus colaboradores, cada um no devido  lugar onde Deus o colocou, sem importar o título que  tem seja pastor, obreiro, evangelista ou  um simples membro da igreja, devemos aproveitar bem o nosso tempo e fazer algo para ajudar o nosso próximo. Sempre há o que fazer na obra de Deus, o que falta é disposição para fazer o que tem que ser feito.

Nenhuma pessoa na terra usou melhor o tempo do que o Senhor Jesus, em três anos de ministério junto com os seus discípulos ele não perdeu tempo, tanto para ajudar aos que precisavam de atenção, como também sempre tinha tempo para falar com o Seu pai por meio da oração. Jesus não descuidava da sua comunhão com Deus.

João diz no final do seu Evangelho: “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se es­crevessem”. (João 21:25)


Vivemos dias agitados onde não sentimos passar o dia, a semana, meses ou anos, o tempo voa e não para. O tempo é curto e a causa do Rei tem pressa. Portanto, seja fiel na administração e no uso da quantidade limitada de tempo que lhe foi confiado independente de quem você é e que posição você ocupa dentro da igreja. Então, um dia, Ele vai te dizer: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.”.









segunda-feira, junho 12
Postado por: Jose Ferro

Críticas vs Elogios


Que a cada dia possamos fazer mais e melhor. Que não poupemos tempo e esforço para alcançarmos a  excelência no que nos for confiado. Mas, que tudo seja exclusivamente para honra e glória de Deus!







quarta-feira, maio 31
Postado por: Rubens Ennes

Os problemas da falta de discernimento


Seria ótimo se existisse uma fórmula infalível para a solução definitiva de todos os nossos problemas. Bastaria recorrer ou recomendar a receita de sucesso e pronto, ficaríamos livres do que estivesse nos angustiando.

Sabemos que por conta de uma série de fatores imponderáveis isto não é possível, e não é difícil de compreender a razão. Problemas semelhantes podem exigir posturas distintas, nem sempre a ação que funcionou para mim, necessariamente servirá para você, e vice-versa. Cada caso é um caso.

Em meio aos problemas de relacionamento enfrentados em casa ou no trabalho, podemos ficar confusos sobre qual seria a atitude mais adequada a se tomar. O que falar? Como falar? E quando falar? Como saber o que esta ou aquela ocasião está pedindo? Frente aos dilemas da vida, somos aconselhados a agir com sabedoria. Mas onde encontramos essa sabedoria e como podemos adquiri-la?
"Mas quem é espiritual discerne todas as coisas" (1 Co 2.15)

No discernimento espiritual está a resposta. Por que se tivermos a leitura correta da realidade que nos cerca, os medos e preocupações que levam muitos a sofrerem antecipadamente não serão o bastante para nos abalar e conseqüentemente, nos fazer tomar as atitudes precipitadas que só multiplicam nossos problemas. Estamos falando de uma virtude que não pode ser alcançada através do acúmulo de conhecimentos ou de experiências na vida. (Jo 14.26; 1 Co 2.12-16)

Quando nossa mente é renovada com os pensamentos de Deus, passamos a enxergar tudo sob a ótica da fé e à luz da Palavra de Deus. O discernimento espiritual não é um super poder que nos torna incapazes de errar, mas, uma condição espiritual que nos faz maduros para saber o que deve ou não ser temido, e o que precisa ser feito ou evitado.

A sabedoria do Alto se faz presente em nós à medida que damos ouvidos à voz de Deus e permitimos que o Espírito Santo conduza nossas decisões. 













sábado, maio 27
Postado por: Rubens Ennes

As vendas da insensatez


"Nenhum dos poderosos desta era o entendeu, pois, se o tivessem entendido, não teriam crucificado o Senhor da glória." (1 Co 2.8)

Enquanto uma pessoa viver na condição de nascida da carne, ela sempre encontrará dificuldades para compreender o que é espiritual. Tal pessoa, não consegue enxergar o valor que existe e a seriedade que exige um relacionamento com Deus e por esta razão, permite que coisas mínimas sejam suficientes para dar fim a sua comunhão com o Altíssimo. Como se todo o sacrifício que precisa ser feito para andar com Deus não valesse à pena. 

Como podemos querer que o Deus que é Santo seja conosco, pecadores que somos, sem que dediquemos esforço em nos separar do pecado? Como pode o Deus que é a Verdade andar com alguém que se recusa a abandonar a mentira? 

As verdades espirituais soam como loucura aos que insistem em se aperfeiçoarem na carne. 

Rubens Ennes








terça-feira, maio 23
Postado por: Rubens Ennes

Quando é impossível renovar ao arrependimento | Rubens Ennes





















sábado, maio 13
Postado por: Rubens Ennes

Murmuração, o vício da alma insatisfeita


Nem precisa procurar muito. Numa rápida olhada ao nosso redor, já é possível perceber a inclinação que existe no comportamento humano para o que é mal ou negativo. Por exemplo, ninguém fica à vontade quando se está em um lugar diferente na presença de pessoas desconhecidas, no entanto, a solução mais “eficaz” encontrada pela maioria das pessoas para quebrar o gelo e fugir do embaraço é bem simples, basta reclamar de alguma coisa. Se estiver na fila do caixa no supermercado, reclame dos preços da carne, do tomate, do leite ou do feijão. Caso você esteja no ponto de ônibus, reclame do calor, do frio ou da demora do transporte coletivo. Pronto, isso já deve ser o suficiente para gerar pelo menos uma afinidade com alguém que você nunca viu na vida.

Ter uma rápida conversa com alguém, nem se compara ao convívio diário com uma pessoa que nunca está satisfeita com nada. É penoso conviver com alguém assim. Sem a gente perceber, a reclamação pode se tornar um hábito. Um hábito feio e perigoso. É verdade que não temos que aceitar tudo como normal, mas, existe diferença entre rejeitarmos uma injustiça e andarmos permanentemente em estado de amargura e insatisfação contra tudo e todos.

Nossas reclamações estão diretamente ligadas a quem somos e dizem muito a respeito da natureza egoísta e orgulhosa que há no homem. (Mt 12.34) Quando vivo a reclamar, mostro que para mim o que importa é apenas o que EU sinto, o que EU penso, e o MEU jeito de ser e fazer as coisas. Se algo não é feito da maneira que EU idealizei ou da maneira que EU entendo que tem que ser feito, reclamo. Se EU não sou tratado como acho que devo ser tratado, murmuro. Se uma responsabilidade é concedida a alguém que EU me considero mais capaz e penso que se estivesse naquele lugar faria muito melhor, reclamo.

"Fazei tudo sem murmurações nem contendas" (Fp 2.14)

Nas igrejas, a murmuração não costuma acontecer de forma pública, ninguém quer correr o risco de comprometer sua imagem de homem ou mulher de Deus. Entre os irmãos de fé, a murmuração pode aparecer na forma de crítica, desabafo ou contestação, mas, disfarçada de sinceridade. (1 Co 15.33Das duas, uma. Ou a pessoa fica balbuciando pelos cantos suas lamúrias, ou encontra (e sempre encontra) outra alma “reclamona” que vai ouvi-la e que também irá expor suas queixas num compartilhamento recíproco dos azedumes do coração. Claro, tudo sob a justificativa de ser apenas alguém que prima pelo correto ou que zela pelos bons costumes.

Se por um lado, existem pessoas omissas e relapsas que vivem a fugir de suas responsabilidades, por tanto, fazem valer a crítica recebida; por outro lado, há pessoas que sempre procuram fazer o seu melhor em tudo, são dedicadas e caprichosas, mas, que apagam o brilho, a beleza e o valor do que fizeram com tanta excelência, quando cumprem suas tarefas murmurando e reclamando de quem nada faz ou de quem não faz como ela faz.

Tudo o que realizamos de positivo pode estar sendo jogado no lixo quando permitimos que um comportamento tão maligno como a murmuração seja companheiro de nossas boas obras. Podemos ter um desempenho exemplar em nossas tarefas e ao mesmo tempo sermos reprovados diante de Deus pela amargura que deixamos criar raiz em nosso coração. (Hb 12.15) 

A melhor alternativa em meio à insatisfação da alma está na substituição do vício em reclamação pelo exercício da oração. (Pv 18.20)









domingo, abril 16
Postado por: Rubens Ennes

A sabedoria que não resiste a pressão


Qual é a visão que você tem a respeito de si mesmo? Você se vê como uma pessoa sábia e inteligente? Segundo o seu ponto de vista, quais são as evidências de que alguém é dotado de atributos tão elevados como a sabedoria e a inteligência?

"Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras." (Tiago 3.13).

Na maneira como conduzimos cada situação de nosso dia a dia, especialmente quando a ocasião envolve alto nível de estresse, podemos observar se possuímos ou não as virtudes citadas acima. A nossa estrutura emocional e espiritual é exposta sempre que somos pressionados, por isto, os momentos críticos da vida são necessários e de grande valia para nosso autoconhecimento. Ou teria cabimento eu me considerar uma pessoa centrada, se meu equilíbrio emocional dura até que alguém me contrarie, aponte minha falha e ponha o dedo na minha ferida?

Convenhamos, é fácil manter a mansidão e agir com humildade quando tudo parece estar sob nosso controle. Mas, ao longo de nossa vida, passaremos por inúmeras circunstâncias que exigirão de nós o que no momento parecerá impossível, que mantenhamos a calma e tomemos a decisão mais sábia e inteligente. A tendência, no entanto, é que nossa tolice e insensatez falem mais alto nestas horas. Com a cabeça quente e os sentimentos aflorados, costumamos enfiar os pés pelas mãos e sempre que nos falta mansidão, acabamos falando e fazendo o que não deveria.

Nosso futuro é afetado diretamente pela forma que reagimos às situações contrárias, a cada momento podemos estar garantindo ou comprometendo a nossa felicidade. Às vezes, na tentativa de se resolver um problema, corremos o risco de estar criando outros piores.

"Se, pelo contrário, tendes em vosso coração inveja amargurada e sentimento faccioso, nem vos glorieis disso, nem mintais contra a verdade. Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins." (Tiago 3.14-16).

Por não ter conhecido até hoje uma única pessoa que seja assumidamente invejosa, arrogante, fofoqueira ou desequilibrada, estou convicto do quanto somos míopes quando o assunto é examinar a nós mesmos. Queremos ter nossa intelectualidade reconhecida e poder nos gabar do quanto somos sábios, mas, nos recusamos a admitir que também agimos por vaidade e com estupidez. Não relute em confessar a fraqueza existente no interior de todos nós, brigar com os fatos é mentir contra a verdade.

Como temos lidado com os inconvenientes da vida? Como reagimos quando somos atacados com ofensas e calúnias? E quando somos contrariados ou confrontados, qual tem sido o nosso proceder? Se respondermos com sinceridade a perguntas tão pertinentes, poderemos chegar a um diagnóstico mais preciso do estado que se encontra a nossa alma.

"Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera." (Tiago 3.17).


Se quisermos experimentar a plena paz e a vida verdadeira que somente o Espírito Santo pode dar, precisamos pautar todas nossas escolhas segundo a Sabedoria do Alto, reafirmando assim, a nossa dependência de Deus.













domingo, março 26
Postado por: Rubens Ennes

Onde está o foco do seu olhar?

Quem muito repara nos outros, pouco olha para dentro de si. Uma breve reflexão sobre 1 Samuel 16.7.








sábado, março 18
Postado por: Rubens Ennes

Entenda a origem da superficialidade dos relacionamentos atuais




Dinheiro e tecnologia têm o seu devido lugar em nossas vidas, são muito úteis enquanto servos, mas, altamente destrutivos quando senhores.









sábado, março 11
Postado por: Rubens Ennes

Ninguém tolera a infidelidade


Para que um casamento possa funcionar, é necessário que se dedique tempo, que se elimine velhos e nocivos hábitos e que defeitos sejam relevados. Com muita paciência, um casal que se une e se empenha para vencer as diferenças poderá alcançar o ajuste ideal de um ao outro, é quando os dois se tornam uma só carne.

Defeitos como imaturidade ou insegurança podem ser relevados ou administrados em um casamento, entretanto se não houver fidelidade, o convívio se torna insustentável. Vale lembrar que nem mesmo os bandidos toleram a figura do "X9" ou traíra.

Apesar de conhecer a fundo nossos segredos mais íntimos e perversos, ainda assim, o Senhor Jesus jamais deixou de amar e desejar um relacionamento pessoal com o ser humano. (Jo 17.20-21) O Autor da Vida escolheu relevar nossas imperfeições, entretanto, nunca abrira mão que andemos com fidelidade e obediência à Sua palavra. 

"Escolhi o caminho da fidelidade; decidi seguir as tuas ordenanças." (Sl 119.30)
Ninguém nasce com o gene da infidelidade ou predestinado a ser fiel. A fidelidade é uma questão de escolha própria a cada situação vivida. Quando o infiel se arrepende e se volta para Deus, o Senhor Jesus nunca nega ajuda e perdão, mas, esta é uma decisão que somente a pessoa que deseja conserto pode tomar.
















quarta-feira, fevereiro 22
Postado por: Rubens Ennes

A fauna que há em nós




Ele já tinha todas as rugas do tempo quando o encontrei pela primeira vez. Queixava-se de que tinha muito a fazer. Perguntei-lhe como era possível, que em sua solidão, tivesse tanto trabalho...

Ele respondeu: "Tenho que domar dois falcões, treinar duas águias, manter quietos dois coelhos, vigiar uma serpente, carregar um asno e dominar um leão! – disse ele.

- Mas eu não vejo nenhum animal perto do local onde você mora. Onde eles estão?

Ele então me explicou: Estes animais são encontrados em todo homem.

- Os dois falcões se lançam sobre tudo o que aparece, seja bom ou mau. Tenho que domá-los para que se fixem sobre uma boa presa. São meus olhos!

- As duas águias ferem e destroçam com suas garras. Tenho que treiná-las para que sejam úteis e ajudem, sem ferir a ninguém. São as minhas mãos!

- Os dois coelhos, só querem ir aonde lhes agrada. Fugindo de tudo e esquivando-se das dificuldades... Tenho que ensinar-lhes a ficar quietos e tranquilos, mesmo que seja penoso, difícil ou desagradável. São meus pés!

- O mais difícil é vigiar a serpente. Apesar de estar presa numa jaula de 32 barras, quando mal a jaula se abre, já está sempre pronta para morder e envenenar os que a rodeiam. Se não a vigio de perto, ela faz um enorme estrago. É a minha língua!

- O burro é muito obstinado, não quer cumprir com suas obrigações. Sempre alega estar cansado e se recusa a transportar a carga de cada dia. É meu corpo!

- Finalmente, preciso dominar o leão... Ele sempre quer ser o rei, o mais importante. É vaidoso e orgulhoso. É o meu coração!

(Autor desconhecido)










quarta-feira, fevereiro 15
Postado por: Rubens Lucas

Do MEU Ponto de Vista...



O ponto de vista de uma pessoa pode variar muito dependendo das circunstancias vivenciadas. Se um motorista estiver no transito e for cortado por um motoboy, logo pensa: “Que cara louco, pra quê tanta pressa?! Ainda vai causar um acidente com toda essa imprudência!”.

No entanto, esse indignado motorista também é o mesmo cliente daquela pizzaria que sempre cobra eficiência e pede “pressa” na hora da entrega do seu jantar. Atendendo a exigência do pedido, o que faz o entregador? Sai em disparada, tenta cortar caminho pra chegar mais rápido, acelera mais... Porque se demorar, a pizza pode chegar fria, e o cliente muito irritado irá reclamar com o gerente, e quem acabará pagando a conta? Claro, o esforçado trabalhador que não foi bom o bastante e que possivelmente perderá o emprego no próximo inconveniente.

Note que o mesmo que reclamou da pressa no início, reclama agora da demora. O problema é a nossa hipocrisia de sempre, porque se flagramos alguém agindo de forma egoísta logo condenamos e atiramos pedras; mas quando é com a gente... 

todo ponto de vista é a vista de um ponto.” - Leonardo Boff 

Temos que ser honestos, é muito fácil analisar o erro alheio e dizer que para aquela atitude não há justificativa, mas porque quando nós erramos sempre encontramos alguma explicação? Não é fácil encarar a realidade e admitir que não somos tão sensatos como gostaríamos e que às vezes, só sabemos enxergar o nosso lado e defender apenas o que nos convém.

Você conhece alguém que já se envolveu em um acidente de carro? Pergunte pra ela sobre o ocorrido e provavelmente, você ouvirá que o erro foi do outro motorista que não prestou atenção, que não sabia dirigir, etc. Errados são os outros. 

Se tratando de um acidente, todos podem ter alguma responsabilidade no ocorrido, quanto serem igualmente vítimas da casualidade. O que abordo aqui é a auto sabotagem que praticamos quando tentamos esconder atrás de desculpas esfarrapadas quem realmente somos.

"Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5.3) 

É preciso jogar limpo consigo mesmo e ter um relacionamento sincero com Deus, enfrentando a realidade por mais dura que seja e buscando Aquele que nos ajuda em nossas fraquezas, o Espírito Santo.













terça-feira, fevereiro 14
Postado por: Rubens Lucas

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